segunda-feira, 8 de maio de 2017

É seu aniversário...











Eu não sou do tipo que comemora verdadeiramente meu aniversário, e fico meio sem jeito para parabenizar quem está aniversariando (minhas particularidades. Fazer o que, né?), mas gosto muito de comemorar os aniversários dos outros (os festejos, propriamente dito). Gosto da alegria, da celebração e das promessas de anos vindouros de sucesso, paz, amor e realizações. 

Entretanto, mesmo não sabendo (ou gostando) dizer os clichês que as pessoas usam em datas como essa, sei deixar meu coração falar. E quando ele fala, ele sempre se pronuncia da seguinte forma: o dia em que você nasceu é uma celebração que merece ser lembrada, é claro; e, para que seja efetivamente proveitosa, use essa data para refletir sobre você, sobre tudo que você já fez e o que que deseja fazer... não deixe para amanhã, se você tem oportunidade hoje; não seja omissa quando as injustiças acontecerem embaixo do seu nariz, e nunca, nunca deixe de sorrir. O seu sorriso ilumina a vida de pessoas que estão ao seu redor.
 

Que Deus seja sempre a primeira pessoa com quem você fala ao amanhecer e que Ele seja sempre o seu conselheiro nas boas e más horas.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Para não dizer que não falei de você II




Se essa é a sua primeira vez aqui nessas páginas, antes de ler esse texto, por favor, dê uma checada na primeira parte dessa história em para não dizer que não falei de você!. Caso decida não fazer isso, tudo bem, continue daqui, porque já sei que você é homem. 
 
Só para frisar um pouco tudo que houve na primeira parte, e para pincelar o assunto para os leitores que decidiram não ler a primeira parte, nela, falamos sobre as dificuldades enfrentadas com um homem complicado e cheio de mistérios. Pois bem, decidi que essa preocupação é desnecessária, porque não preciso querer permanecer tentando descobrir seus mistérios. Para que viajar nesse engodo se o cara nem faz bem o meu tipo?! Além disso, me cansei de tentar, tentar, tentar mais uma vez  e não ver raios de sucesso.
 
Por enquanto, vou saindo de fininho. Quando ele reaparecer mais uma vez, se aparecer, espero estar decidida a ponto de não atender suas ligações e nem estremecer com a possibilidade de ouvir a sua voz. Afinal, sou forte o suficiente para trocar bons beijos por quilos de palavras... vou continuar fazendo o que sempre gostei de fazer: ler os meus livros, tomar o meu café e ouvir minhas músicas preferidas. Quando ele voltar (se ele voltar), meus pensamentos estarão o subestimando.

Será mesmo? Gente, que negócio difícil é esse?!