quinta-feira, 30 de junho de 2016

Pra que perguntar, se eu posso gritar?!

                              

                                      





                      ?!









O retorno

Quando a decisão de ir embora é tomada, pouco ou nada pode ser feito. Até porquê quem decidiu ir, decidiu por motivos próprio (às vezes), ou por imposição de circunstâncias. Desse modo, não adianta querer impedir sua partida.

No entanto, como diz a velha e boa frase: "o bom de ir embora é saber que pode voltar"

Estamos de volta ao blog, firme e forte.

Abraço em todos! 

domingo, 8 de abril de 2012

A elas...



Chega de cópias!!! Cansei de transcrever Marta Medeiros, Chalin Chaplin e tantos outros... Mafalda, com sua inteligência desmedida diria: " __ chega de besteirol! escreva algo que mereça a perda de tempo nessa página. Qual que é?" 

Originalidade é a característica marcante na lista de adjetivos femininos. 

Mulher tem um jeito particular de ver o mundo ao seu redor. As feministas são as melhores. Elas tentam impor uma imagem segura, sincera, destemida, descompromissada, esperta e, sobretudo, prática. 

Elas falam e pensam:

Se ele não ligou não tem problema algum, nem estava esperando mesmo;

Quando me disser que deseja ir em casa "conhecer minha mãe", vou deixar bem claro que a intenção e 'ficar de boa', longe dessa história de namoro a moda antiga;

Nem pensar em seguir meus passos, ler meus e-mails, olhar meu celular. A individualidade é algo primordial num relacionamento;

Organizar contas juntos é um tantinho esquisito. Oxente! Ninguém é casado aqui;

Sair com minhas amigas é algo necessário ao meu bem estar, então, alguns finais de semana e feriados, esqueça! Seus amigos, com certeza, estão torcendo pela sua presença naquela partida de futebol. Aproveite!!! 

A praticidade não é qualidade, é item essencial à sua personalidade;
Mulheres, assim, não suportam "chove não molha"... cuida, cuida que o fim do mundo é em 2012. Não há tempo para 'pra que isso'.

Existe mulher assim? Acho que existem carcaças assim. Mulheres que colocam uma máscara naquilo que realmente são.

Mulher, na verdade, assim como o homem, são todas iguais:

Gostam de receber elogios;
Adoram ser paparicadas;
Ficam felicíssima quando levadas à sério;
Fazem bico quando são colocadas de fora daquele programinha de feriado;
São extremamente frágeis a qualquer gesto de carinho, amor, atenção...;
Estão sempre esperando aquele torpedinho de "bom dia"!;
São doidas pra receber flores e chocolate, mesmo quando odeiam aquele cheiro doce das rosas e são alérgicas a cacau;
Sassaricam por um momentinho juntos pra assistir aquele filme romântico que está em cartaz... enfim,
podem até dizer o que quiser, mas, no fim, são todas mui românticas.

Essa é a mulher:


(Frida Kahlo, 08.04 às 14:59 hs

Do que é feito o amor?

Nana Caymmi diria resposta ao tempo:

[...] Mas fico sem jeito
Calado, ele ri
Ele zomba
Do quanto eu chorei
Porque sabe passar
E eu não sei [...]

Quem sabe responder diga, eu!! em alto e bom som.
Não se sabe a receita... não se sabe o que realmente ele é, quando ele aparece, se está sendo confundido ou desprezado.

Desprezar um verdadeiro amor... comum aos nossos dias, talvez! Penso que é difícil entender o que é o amor. 
Procuro um "príncipe" real, com características que sejam compatíveis às minhas; que não me irrite com um ar de bonzinho todo o tempo;

Procuro alguém que se irrite comigo;
 que me aborreça;
 que me deixe de lado em alguns momentos, mas que saiba voltar com um jeitinho especial;
 que, quando estiver em seus braços, me sinta frágil como uma menina inocente do colegial;
que me deixe triste ao lhe ver partir;
que me faça contar os dias para vê-lo e, que quando isso acontecer, seja inesquecível, somente. Sem melodrama;
que me faça sentir protegida com um simples abraço; 
que me torne dependente de suas opiniões (até certo ponto);
que me diga o quanto estou sendo inconsequente em momentos que considero 'um pulo pra liberdade"
Procuro alguém real... alguém como eu, que ande sozinho, mas que saiba dividir os medos, angústias, alegrias, sonhos... quero alguém como você.


domingo, 1 de abril de 2012

Começo, meio e fim (inevitavelmente)

 

A impontualidade do amor




                Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.

                Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?

                 Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.

                    O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.

                O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode
estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.

               A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender
                                        
                                                                              Martha Medeiros




sábado, 24 de março de 2012

Preciso de Alguém

Não preciso de alguém que me escute, apenas;preciso de alguém que me escute e leve a sério o que eu digo;
Não preciso de alguém que me leve à praia, em dias de sol, apenas; preciso de alguém que esteja ao meu lado, passando o hidratante pós-sol;
Não preciso de alguém que me embale na rede no fim de tarde, apenas; preciso de alguém que me ensine a armar e desarmar a rede em dias de chuva;
....

Quem tiver inspiração, ajude-me a finalizar esse poema...


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cúmplice...




Tarde de sábado em silêncio só... Na varanda namoro tua paisagem. Olho pra curva de teus tijolos e penso naqueles que te puseram em pé... As vidas que ali ficaram, pessoas que passam todos os dias por tuas tortuosas linhas, amores que te imploraram retorno.


Em que volta tua, fará a curva o meu amor? Que suporte teu, mandará meu coração ao lote do sossego?


Tarde, noite, manhãs escuras... Imponentemente, você permanece firme. Firme como o mandacaru em tempos de seca; inabalável como o homem-robô que não possui coração; perfeita como o batom vermelho, sonho de valsa, nos lábios da rapariga; segura como o amante que tem em sua amada confiança plena; imóvel... indiscutivelmente necessária.

És a grande mãe d’Aqui e d’Lá.

És a grande cúmplice de noites bem dormida.  

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Meu sabor Café!



                  Hoje, logo cedo, acordei, saí na varanda do meu apê e olhei aquele brilho solar das seis horas da manhã desta cidadezinha quente e, pensei nas coisas boas que já aconteceram em minha vida. Olhei a rua, pouco movimentada a essa hora da manhã, algumas pessoas passando apressadas com sua sacola de pão, outras limpando suas calçadas... numa dessas calçadas, sentado olhando pro nada, um senhor que, em plena melhor idade, gasta suas horas do dia a olhar quem passa, quem chega, quem sai, que ri, enfim, quem ainda vive...

              Pensei na minha infância, no meu adolescer e na minha, ainda precoce, fase adulta... Quantos sabores degustei! Quantos cheiros senti! Quantas histórias vividas, armazenadas em meu disco rígido e relembradas em momentos como este! Quantas questionamentos sobre o mesmo assunto com pessoas diferentes! Quantas dores de amor vou precisar viver pra entender o que é o AMOR! Se já amei, não sei. 

                Como saber se é amor o que não se explica!? Me causa dor, me proporciona momentos felizes, me aborrece com atitudes infantis, me alegra com um sorriso que só ele tem... é amor? Mas amor é convivência constante. Então, amor é só de mãe, pai, familiares, esposas, esposos, filhos? Não sei. Sei que sinto algo aqui que me causa frio na barriga só de pensar, que me arranca suspiros quando minha mão toca sua pele, que me enche de felicidade quando sinto sua presença, que me traz paz só de estar no mesmo ambiente.

                Ás vezes, no escuro do meu quarto, ouço músicas diversas e penso em ti. Crio cenas, fatos, encontros inesperado, enredos de filme (nacional. Nada contra os outros, é que amo filme brasileiro), e monto nossa trilha sonora. A vida deveria ter trilha sonora. Queria te encontrar e alguém, discretamente, soltaria uma música bem romântica para que, em câmera lenta, fôssemos ao encontro um do outro e, nos abraçássemos demoradamente, depois, ligeiramente a música para e, normalmente, continuamos a conversar. Que tal? Massa, não!

 Sabores inesquecíveis, cheiros marcantes.

  Sabores da vida.



Meu Sabor pode ser de Café





sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Que venha 2012!!!



Um novo ano está chegando e, como todos os anos, nesse período de fechamento deveríamos reservar um momento de reflexão para entrar no próximo ano com novas perspectiva. 
Normalmente, usamos a data para reencontrar amigos, fazer festa e virar a noite do dia 31/12 à espera do ano novo, com fogos, abraços e espumante... mas, o que é novo mesmo? 

Esse ano, por exemplo, dia 01 de janeiro é um dia de domingo. Se pensarmos friamente, esse domingo será igual ao último domingo, a diferença é que ele já está escrito no calendário 2012, apenas isso! O que é diferente?
Mas, tudo bem. Usemos o sábado (31),  esse último dia do ano, pra pensar o que fizemos durante todo o ano; o que foi bom; o que deveríamos manter e  o que precisamos mudar. Quais os excessos? Quais as atitudes indesejadas preciso reverter? Que postura preciso tomar diante dos problemas? 

No meu caso: 

Preciso ser mulher em algumas atitudes; virar gente grande pra resolver meus problemas; mudar algumas roupas; mudar meu perfume; mudar minha alimentação; tomar menos café; dormir mais cedo; comprar um novo chip; mudar meu cabelo; ir à Missa; sonhar com o futuro; trabalhar mais; estudar mais; amar mais meus amigos; me espiritualizar; aprender química; aprender novas receitas; aprender a fazer pavê; tomar vinho esporadicamente; ver o pôr do sol no mar; escolher uma atividade física; ouvir Chico Buarque; comprar o novo CD de Maria Gadú; escolher músicas antigas pra momentos de reflexão; parar, por um tempo, de ouvir Oswaldo Montenegro; ler Fernando Pessoa; comprar um escapulário; comprar um livro de Carlos Drummond de Andrade; esquecer amores impossíveis; curar meu coração...
Espero o melhor desse novo ano que está chegando. Que ele seja tão bom quanto o que se foi. Se o que se foi não foi tão bom? Que ele seja melhor...

Se 2011 foi bom? Já passou.

Que venha 2012!!!  





quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A DOR QUE DÓI MAIS




                  Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
             
                  Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai [...]. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Doem essas saudades todas.
             
                  Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você poderia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

                   Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.

                   Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

                    Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.


Marta Medeiros


Saudade e ver e não poder tocar, não poder ouvir, não poder abraçar... Saudade é querer e não poder ter... Saudade é sentir saudade de quem não vêm, de quem não quer vir...

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

cor-de-cinza... tempo nublado!



  A inspiração pra escrever não vem... saudade deixa em branco minhas páginas. Minhas lembranças estão embaralhadas, tudo é possível, tudo é verdadeiro.

  Quando ninguém chega: ninguém ama, ninguém reclama, ninguém se vai... o estímulo dá a possibilidade de tentar; o retorno será marcante; o prêmio vai além do planejado na mente de outros.

Quantas idas? Quantas aulas? Quantos medos? Quanto perigo!

Minha imaginação me leva à lugares desconhecidos. Lugares que nunca passei, nunca vi, nunca amei... ruas que não conheço... calçadas, nas quais, jamais pisei.





Mais um... Natal!?



... mais uma comemoração em família... fragmentada!
O toque do telefone, como todos os anos, é a tentativa de complementar o "incompletável". 
Sempre igual: alguém programa, junta-se a outros e planeja; coloca no papel e na imaginação e, faz.
Tudo igual.
Desde a Partida, o Retorno é sempre a mesma coisa; as mesmas pessoas; os mesmos lugares; notícias... notícias diferentes... essas mudam quando em vez!
Essas noites mudaram... a última em particular.
Revivi em outra pele o encontro frio, o abraço que demora a vir.
Não vi quem gostaria, mas as notícias chegaram, e chegaram felizes... Felizes pra quem vive, tristes pra quem as recebe.
Enfim, mais um dezembro precedendo um janeiro. Férias, festas, reencontro, partidas, chegadas e recomeço. 




segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Só Drummond... [!?]



Definitivo...

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...



Carlos Drummond de Andrade




sábado, 24 de dezembro de 2011

Palavras ao vento




Na antessala de meu avô havia um belo jarro em cima da mesinha. Um jarro lindo, com desenhos graciosos com flores cheirosas e cheias de vida, colhidas no campo cultivado por ele... Aquele vaso tinha um significado ímpar na minha vidinha de criança e, suas flores me enchiam de alegria.
Um dia, cheguei à casa de meu avô e fui correndo visitar minhas amigas flores. Encontrei o vaso no chão da sala,quebrado, e as flores espalhadas pela sala. Senti uma tristeza imensa. Corri ao encontro de meu avô, para que, juntos, pudéssemos encontrar uma solução para o conserto do lindo vaso.
A solução mais prática que vovô encontrou foi colar o vaso e reutilizá-lo. Assim, o vaso permaneceu ali, sobre a mesa, sendo abrigo daquelas flores. Como o vaso estava rachado, já não era capaz de reter água em seu interior, e para que não ficasse sem flores, puseram-no flores artificiais.
Todos os dias eu chegava, olhava o vaso com aquelas marcas e não sentia o cheiro das rosas do campo... a artificialidade daquelas flores tirava o odor agradável da pequena sala.
Um dia, pedi a meu avô que jogasse o vaso fora, ele havia perdido o significado para mim. Que graça tinha olhar para aquelas marcas e para flores artificiais? Tudo o que havia de vida, no vaso já não existia mais. Agora, ele era apenas um vaso quebrado com flores sem vida.

A mentira tem esse papel na vida das pessoas. Ela tira o cheiro e a beleza das relações e deixa cinza as amizades.
Há verdades que não precisam ser ditas, mas se começarem a ser pronunciadas que sejam na íntegra. Quando, por algum motivo, talvez até nobre, tentamos modificar uma verdade o ato se torna maldoso. Permitimos que o outro imagine, crie, invente a tal verdade. O problema, talvez, não é o outro inventar sua verdade. O problema é o sentimento deixado no outro que, enquanto tenta construir uma verdade, pensa na mentira, na enganação, na mácula deixada na, até então, relação de amizade.


Há coisas que realmente não precisam ser faladas. Assim, evitamos alguns deslizes.





terça-feira, 1 de novembro de 2011

Balanço!







Parar, pensar, reorganizar e seguir! Arrisco em dizer que esse é o princípio para a felicidade. Felicidade real, sem inocência, sem fantasia. Vida prática! Vida organizada. Não há nada, além disso, que traga os tais momentos felizes que Homem tanto busca.

Há momentos que trazem um sinal vermelho, que lhe obriga a pisar no freio e olhar o movimento da rua. O sinal amarelo piscou e, muitas vezes, você nem viu, ou viu e fez "vista grossa". As mazelas já bateram em sua porta diversas vezes, você abriu a porta e a mandou sentar à mesa no café da manhã. Que derrota!!

 O endereço eletrônico avisou. Ficou o tal do "dito pelo não dito";
 O telefone retrucou. Ficou na imaginação;
 Os olhares foram definitivos... eles no torpedo, na tela, na varanda, no horizonte, no mundo da lua... no mundo de alguém!

E agora José?
A festa acabou! Bem diria Drummond.










quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Da varanda




Ouvir Renato Teixeira cantar Amizade Sincera, para mim, é mais que três minutos de belas palavras embaladas ao toque perfeito do violão. Retrocedo ao cantinho da minha infância, tendendo a um adolescer precoce. Revivo minhas histórias; passeio, mesmo que só na lembrança e imaginação fértil, em meus lugares preferidos, em lugares pretéritos, em pessoas que chegaram e foram embora, mas permaneceram aqui guardadas.
Penso na família (porto certo e seguro), nas pessoas que fizeram a diferença em momentos cruciais, pessoas que amei verdadeiramente, e que apesar da distância tudo continua inviolável, amigos para todo e qualquer momento...
Lembro-me de você que, diversas vezes, trouxe-me a certeza do amor que amigos sentem e doam... na simplicidade ao compartilhar conhecimento, perspectiva para um futuro incerto, desejos de felicidade, sonhos de meninas inocentes... Interioranas. A cumplicidade nas aulas de matemática; na entrevista dos premiados (II OBMEP) na rádio local, (a medalhista humildemente cede o lugar para a ousadia da Menção Honrosa. Ousadia pelos cotovelos!!! Melhor que a ousadia era a tentativa de falar compassadamente)... Quantas idas e vindas, meu Deus! Quantas voltas.
Será se deixei saudade por onde passei? Será se sinto saudade dos que se foram? Será se minhas vontades foram, verdadeiramente, minhas? Será se plantei a semente e reguei como deveria? Se sim, onde estão as flores? Cadê a menina do barco acompanhada pelo anjo da guarda? Navegue menininha, que estarei navegando logo atrás. Cadê você que não vejo mais, que não ouço, que não abraço?
Quando falamos em amigos, falamos em irmãos por escolhas, em amores eternos, em paixões inesgotáveis... Pureza no trato, no gosto, no gesto.
Quando falo em amigo penso em música, em conversas deliciosamente longas, descontração em momentos que não seria possível se não houvesse um gosto pela presença. Penso em palavras de conforto em momentos difíceis; penso em doação, mesmo que seja um pouquinho do tempo, um tantinho de atenção, meia dúzia de palavras, mas, doação sincera.
Lembro-me de você. Das discussões animadas sobre assuntos polêmicos, do gosto refinado pela música, da meninice em momentos singulares, das piadas mais inventivas já proferidas, contadas de forma simples e com um requinte inigualável. Lembro-me do enorme coração que possui, da humanidade que, naturalmente, transparece em seus gestos e palavras; na doçura peculiar do coração de criança. Parte da admiração que nutro, sem dúvida, é pela capacidade que tem de ser criança e adulto num intervalo curto. Consegue ser doce como criança e rígido como um adulto quando se faz necessário. Não sei se conciliaria tão bem minha ingenuidade de menina com a dureza de ter que ser adulta quando as responsabilidades chamam. Poderia te descrever como Alceu Valença descreve alguém em algumas músicas...  e não me peça que eu mate moleque que mora comigo, ele é feito de barro é meu lado bandido, é meu lado palhaço, é meu lado doído...  Ao que sinto por você, diria: às vezes me sinto fraco e a minha vida se espalha por entre as sombras do mundo me perco e fico sozinho então, eu chamo seu nome você chega de mansinho.  Ou, simplesmente, como diria Jacques Brel, belissimamente interpretado por Maria Gadú... Ne Me Quitte Pas.
Queria poder ficar sempre assim, pertinho daqueles que amo. Desses que, verdadeiramente, me fizeram e/ou me fazem feliz. Manter as pessoas sempre perto de mim. Uma boa forma de ficar sempre bem... Infelizmente não é possível.
Amadurecer, além de cabelos brancos, traz uma visão apurada sobre determinadas coisas. Quando criança, pensava que podíamos chamar de amor aquele sentimento doado ao sexo oposto. Amigos eram apenas companheiros de conversa, de brincadeira, de briga, de molecagem, portanto, a eles, doávamos apenas, presença. Pensava em todos os “amigos” que tinham ido embora, e que não fizeram falta... Pensava no primeiro amor (o menino bonzinho da escola) e sentia saudade, vontade de passar o tempo rapidamente para que pudéssemos, enfim, juntar as panelas por meio de um casamento cheio de romantismo... Pensava assim, quando criança.
Hoje, lembro-me com saudade da vidinha de criança ao lado dos meus pais. Quantas lembranças boas... Quantas histórias contadas pela minha mãe ao pé do fogão de lenha. Que lindo ver as lágrimas de meu pai no nascimento do quinto filho; da preferência, quando éramos três, pela chiquinha. O tempo passa depressa e transforma muita coisa... Como transforma!
Penso que sou grande o suficiente para tomar decisões importantes; chegar em casa tarde; brigar com o vizinho; escolher minha janta - pode ser aquele miojo bem preparado na água quente e tempero gostoso que o acompanha na embalagem - tomar uma cerveja que há tempos está na geladeira pedindo que alguém a beba; colocar de lado costumes que, outrora, me fizeram bem...
Tudo parece simples, explicável, compreensível... Mas ás vezes procuro o que resta de mim, o que resta daquela menina que ficou feliz ao passar no vestibular. Há momentos em que desejo reencontrar aquela criatura...
Hoje, queria tomar café à mesa com minha mãe; falar sobre diversos assuntos interessantes; pensar em que roupa usar para ir à Missa; sentir o cheiro da comida boa de casa, da reunião em volta da mesa pra falar de assuntos chatos; 
Queria, simplesmente, voltar pra casa...  Estar em casa. Aquela que quando entro a luz já está acesa, o movimento indica mais de duas pessoas circulando, as paredes estão pintadas de verde-mar e o sofá é marfim... Aquela que tem uma “dispensa” com livros antigos e um canteiro que pouco é usado para cultivo de flores. Queria voltar a ser criança. 
Amanhã talvez precise de outra coisa, pense de forma diferente, tenha outras sensações, mas, sempre que entrar em casa e ascender a luz da sala, pensarei que, mesmo quando os cabelos brancos denunciarem minha idade, sentirei vontade de sentar à mesa ao seu lado e falar de coisas que, aos ouvidos de terceiros, parecem bobagens, mas que renovam laços e ressignificam vidas.



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Odisséia!




O que fazer quando o curso de graduação termina? Tantas dúvidas surgem... Que situação! A angústia bate e o desespero, ás vezes, é companhia constante.

O concurso passou e eu fiquei; alguns foram para outras vilas e permaneço aqui; tudo acontece ao meu redor e eu pareço permanecer parada... É horrível. Além de tudo, penso na obrigação que recai sobre as costas... Retorno aos pais; à sociedade cobra e não tenho nada a entregar, o que fazer? Queria a resposta pra ontem. Minhas perguntas são muitas e nada, nem ninguém as respondem.

O que fiz durante o meu curso? O que trouxe dele? Quais meus méritos na conclusão do mesmo? O que fiz durante quatro anos?

Conversei... estudei... conversei... brinquei... estudei... senti saudade... me estressei... aprendi... conversei mais uma vez, brinquei de novo, atendi ao telefone, busquei outras coisas, aprendi novos rumos... causei polêmica, gerei estresse, criei intrigas, chorei, odiei, vivi muito em poucos dias... saí de cabeça erguida.

Ganhei o que?

Experiência, amigos verdadeiros, conhecimentos, metas, foco, pessoas agradáveis, lugares próprios.

O que foi embora?

O que já não servia...

Coisas desagradáveis, pessoas intragáveis, pessoas sem noção, pessoas sem opinião... “Maria vai com as outras”... Tudo num só balaio! Todos num só ensaio... Tempos demorados, tempos amargos, tempos necessários... Perdas necessárias.

Fazer o que?

Esperar amanhecer... Continuar, e continuar bem.


Meus pedidos...

Que olhares e línguas ferinas permaneçam longe dos meus passos;

Que o Universo conspire a favor dos bons;

Que a as indagações estejam num perfeito equilíbrio às ações;

Que o homem seja sábio em todas as atitudes e palavras ditas, uma vez que suas ações lhe identifica e suas palavras, além de dizer quem é, causa estragos na mesma proporção da ênfase a que foi pronunciada;

Que o ser humano entenda que...

A beleza física da juventude tem prazo de validade;

 A experiência é boa, mas claro, aquela a qual podemos falar para filhos e netos;

 Festa é muito bom para sair da rotina e não ser rotina;

Bebida, às vezes, é bem-estar, mas em pequenas doses e esporadicamente;

Sexo seguro não é fugir de gravidez indesejada, é viver para todo o sempre bem, saudável e feliz;

Que as relações não sejam construídas em cima de valores (espécies), mas a partir de valores morais e éticos. Esses permanecerão até a velhice;

Que a humanidade entenda que o problema do vizinho também é meu, uma vez que dividimos o mesmo planeta e o tsunami do lado oriental, pode chegar aqui com a intensidade de um tsunami e não necessariamente de uma marolinha.
 

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Universitários... Futuro Brilhante!!!


Blogs são veículos de comunicação excelentes para a livre expressão, logo, neles podemos externar nossas opiniões, expor idéias e projetos,denunciar fatos que, segundo nossa visão, fogem ás regras que regem a sociedade na qual estamos inseridos, e conseqüentemente fazer nossa merchandising.
Recentemente, li uma postagem em um dos blogs dos quais sigo intitulado “ PROFESSORES EM FALTA NA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO CAMPUS PETROLINA” que sinceramente me revoltou, não somente pelo conteúdo da postagem, pois esse é um problema corriqueiro nas Universidades, mas pela forma como foi colocado. No pequeno texto de umas trinta palavras (quantidade parece importante para a blogueira citada) contém erros primários da nossa Língua mãe.
É compreensível cometer erros na escrita, a Língua Portuguesa tem regras que, muitas vezes dificultam o entendimento, bem como a idéia exposta, mas tem concordâncias (ou falta delas) que são imperdoáveis, inadmissíveis para alunos universitários. Antes de “botar a boca no trombone” e denunciar a falta que a Unidade tem, e mais, enfatizar questões que não são do seu conhecimento; que ouviu falar por terceiros, e terceiros de opiniões tendenciosas, compre uma Gramática e seja amiguinha dela, fique certa de que com esse ato estará fazendo um bem imensurável para seus futuros alunos.
O Professor que fala mal, se expressa mal, escreve mal, perde a credibilidade diante da sociedade.
Tenha certeza de que, quem ler a postagem em seu blog concordará com você quando diz que a Universidade está formando mal seus profissionais. A julgar pelo seu modo de escrever fica evidente essa má formação. É uma pena que esse julgamento recaia sobre todos os outros alunos. Que se esforçam para, no mínimo, escrever corretamente.
 Eu, como aluna desta Universidade, particularmente da Unidade de Petrolina, a defendo com unhas e dentes. Aqui consegui uma formação em Nível Superior e estarei sempre levando comigo a gratidão por todos que participaram de forma direta ou indireta dessa minha jornada.   Não consigo entender pessoas que só criticam e o pouco que fazem, fazem de forma errada, equivocada ou mal feita.    
A necessidade que a Universidade de Pernambuco, precisamente a Unidade de Petrolina, tem de Professor é um problema enfrentado por todas as Universidades brasileiras. A educação em nosso país enfrenta dificuldade em se estabelecer como algo de extrema importância, isso é do conhecimento de todos. Os discursos a valorizam, mas as ações não.
As denúncias são válidas, mas que sejam feitas de forma mais CORRETA possível.
Não envergonhem os professores que lhes formaram. Eles não merecem passar por vexames dessa natureza. Falar que a Unidade forma profissionais de baixa qualidade é falar que os formadores desses profissionais são de má qualidade, e precisam concordar comigo que na Universidade de Pernambuco Campus Petrolina tem profissionais de altíssima competência. Não coloque em seu balaio medíocre toda a Unidade, nela há profissionais de excelente qualidade, em diversas áreas.
Seja mais prudente ao escrever em seu blog, não esqueça que ele retrata um pouco do que és. Seja mais cuidadosa ao escrever... Pessoas lêem seus textos e fazem julgamentos a seu respeito a partir do que você mesma escreveu.


REPITO, a denúncia é válida, mas os erros são inadmissíveis.





" Atendendo ao pedido de leitores, disponibilizo o texto ao qual me referi." 




PROFESSORES EM FALTA NA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO CAMPUS PETROLINA




Venho por meio deste meio de comunicação avisar para a população de Petrolina juntamente com os representantes políticos a dificuldade de se tornar um professor em nossa região. A Universidade de Pernambuco esta sem professor porque o Governo do estado não lança edital para professor efetivo, simplesmente abre depois que data das aulas iniciam, é que chega um edital de concurso DETALHE: CONCURSO PARA CONTRATO DE 2 ANOS COM SALÁRIO DE 1.300,00, SENDO QUE O DE PROFESSOR EFETIVO É DE + DE 3.000,00, O GOVERNO DO ESTADO ACHA QUE FAZENDO UM PALEATIVO DESTE RESOLVERÁ ALGUMA COISA!
O que é mais preocupante é que não vemos as coisas melhorar em nossa Universidade que forma professores em todas as áreas para o Vale do São Francisco e de toda a região!

QUEM ESTÁ POR NÓS? OS PROBLEMAS NESSA UNIVERSIDADE PRECISA SER LEVADO PARA O MINISTÉRIO PÚBLICO!, COMO É QUE A CIDADE CRESCE E A EDUCAÇÃO DECRESCE!!! TEM ALGO ERRADO NESTA FRASE DE CRESCIMENTO DA REGIÃO, COMO SERÁ POSSÍVEL O DESENVOLVIMENTO SEM UMA EDUCAÇão DE QUALIDADE!

EXISTEM GRANDES PROBLEMAS NA UPE, INCLUSIVE NESTE 1º SEMESTRE FOI APROIVADA PELA ORDEM DA DIRETORA SOCORRO UM “MONOGRAFIA” DE 12 PÁGINAS. Sem professores não há conclusão do c urso, é necessário que os estudantes se unam para mudar essa realidade!

PRECISAMOS DE SOCORRO!
OS PROBLEMAS SÃO INÚMEROS!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O Massacre de Realengo

Seguindo o exemplo de tantos outros, de nacionalidades diversas, hoje, dia 08 de abril de 2011, uma rapaz de apenas 23 anos, que atende por um nome um tanto norte-americanizado, Wellington, entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo Estado do Rio de Janeiro, as 8h da manhã e, depois de deixar uma carta (todos eles precisam deixar escritos os diversos motivos que os fizeram cometer uma atrocidade dessa), que possivelmente foi largada em algum lugar previsível, preencheu de balas suas duas armas, subiu ao terceiro andar do prédio e começou a atirar em todas as crianças que encontrava. 

Depois de munir diversas vezes suas armas, um comando da polícia militar que passava por perto da Escola no momento, conseguiu parar o rapaz com um tiro na perna, que mesmo ferido continuou sua investida. Depois de não ter mais forças para continuar, deu um tiro na própria cabeça dando fim a tanto desespero que tomou toda a escola.

Agora muitas perguntas ficam no ar? Primeiro, qual o conteúdo da carta? Essa será logo respondida. Depois de tanto desespero, toda a sociedade está de ouvidos atentos esperando a divulgação da mesma. Outra indagação são os porquês, embora não aja motivos que justifique esta situação. O mais preocupante é: Os nossos filhos também correm perigo. Não há segurança sem falhas, não conhecemos o nosso vizinho do lado, não sabemos quais são os perigos que nossos filhos estão correndo quando os deixamos na escola pela manhã e só os buscamos a trade. O mais desesperador é que não temos saída, não existe escolha para esta questão... Será que vamos precisar contar com a sorte? Será que a segurança nas escolas não poderiam ser melhoradas? E as escolas que não nenhuma representação de segurança nos portões de entrada?

Uma situação difícil de ser resolvida e que pode acontecer com qualquer um e em qualquer lugar.